segunda-feira, 29 de Outubro de 2007
CASINHA NOVA!
sexta-feira, 26 de Outubro de 2007
NO MEIO DO CAMINHO HA SEMPRE UM PEDREIRO
Ritmo é um componente essencial na minha vida. Não, não falo de ritmo de vida, acelerado ou lento, noturno, diurno, essas coisas, não é isso. Falo de ritmo mesmo, ritmo literal, musical, com tempo, andamento, pausa, enfim, RITMO.
É fundamental para mim que qualquer som que se repete tenha um ritmo, uma organização temporal. Um exemplo? O toque do telefone. Você sabe o tempo que leva entre um toque e outro. É fisiológico. Ou orgânico, como dizem os músicos.
A contagem regressiva para o lançamento dum foguete. Tem ritmo. A largada para uma corrida de carros. Tem ritmo. Um latido de cachorro. Se for cachorro normal, não for estressado, não estiver sob pressão. Tem ritmo. Palmas para uma apresentação. Tem ritmo. Espremer laranjas num espremedor elétrico. Tem ritmo. O aviso de parada do forno microondas. Pi..pi..pi.. piiii.. tem um ritmo.
Entenderam?
Pois.
Resolvi trocar o piso da cozinha, área de serviço e dependências de empregada.
Legal, né?
Contratei o ´profissional´.
Tenho sérias reservas em relação a essa categoria. Seríssimas reservas. E pus todas essas reservas no tal contrato que meu santo marido faz questão de redigir, assinar, discriminar obrigações e tal. Mesmo eu sabendo que não adianta nada.
Pra começar a ´categoria´ tem um entrave inicial: ANALFABETISMO CRONICO. Contrato pra eles é somente um papel onde se pode desenhar no verso, fazer cálculos indecifráveis usando um tipo de hieróglifo que inda não foi descoberto pela paleontologia.
Adianta contrato? Direitos iguais, leis, toda essa diarréia verbal? Essas pestes só fazem o que querem.
E a gente SEMPRE vai se dar mal.
Nós sempre seremos os ´poderosos, que têm muito e não desejam dividir com ninguém, que querem ver os peões na merda, peão tem mais é que se f*, a madame é forte, riquísima, riquérrima, triliardária, dinheiro jorrando das torneiras, o que é essa mixaria pra ela?´
E olha que estou sempre do lado da piãozada, ajudando, tentando fazer o que meu odioso lado humanitário me pede, mesmo me ferrando eternamente
Mas nem era pra falar nisso. Eu falava de ritmo, de sons, dessas coisas.
Pois muito bem. Muito bem!
Mestre Manoel é o ´profissional assentador de pisos´. Mas ele acumula funções!
É E-M-P-R-E-S-Á-R-I-O! E só vem pra receber a verba!
Então, Mônica, quem está fazendo o serviço?
Ahá!!!! Uma dupla de capiaus inacreditáveis!!!
Não falam, comunicam-se por sons... sons que eu nunca ouvi antes...
E o pior, o péssimo, o terrível, o INSUPORTÁVEL!!!!
NÃO TÊM RITMO!!!
Não, criatura de Deus, não é pra dançar não! Nem pra cantar!!!
É pra QUEBRAR O PISO VELHO!!!
Estão estimulando uma serial-killer especializada em pedreiros!!!!!!!!!
Eles não tem coordenação pra quebrar o piso! E passam todo o dia produzindo uma percussão louca, pá, pum, pá, tim, pum, pum , pá, cá, tum, pum, meu Deus, vou enlouquecer!!!
Fui até a cozinha e falei educadamente com eles. Sobre o ritmo.
Olharam pra mim como se eu fosse um extraterrestre.
E NÃO RESPONDERAM NA-DA!
Vou sair um pouco pra ver se some essa cortina de sangue sobre os meus olhos........
É fundamental para mim que qualquer som que se repete tenha um ritmo, uma organização temporal. Um exemplo? O toque do telefone. Você sabe o tempo que leva entre um toque e outro. É fisiológico. Ou orgânico, como dizem os músicos.
A contagem regressiva para o lançamento dum foguete. Tem ritmo. A largada para uma corrida de carros. Tem ritmo. Um latido de cachorro. Se for cachorro normal, não for estressado, não estiver sob pressão. Tem ritmo. Palmas para uma apresentação. Tem ritmo. Espremer laranjas num espremedor elétrico. Tem ritmo. O aviso de parada do forno microondas. Pi..pi..pi.. piiii.. tem um ritmo.
Entenderam?
Pois.
Resolvi trocar o piso da cozinha, área de serviço e dependências de empregada.
Legal, né?
Contratei o ´profissional´.
Tenho sérias reservas em relação a essa categoria. Seríssimas reservas. E pus todas essas reservas no tal contrato que meu santo marido faz questão de redigir, assinar, discriminar obrigações e tal. Mesmo eu sabendo que não adianta nada.
Pra começar a ´categoria´ tem um entrave inicial: ANALFABETISMO CRONICO. Contrato pra eles é somente um papel onde se pode desenhar no verso, fazer cálculos indecifráveis usando um tipo de hieróglifo que inda não foi descoberto pela paleontologia.
Adianta contrato? Direitos iguais, leis, toda essa diarréia verbal? Essas pestes só fazem o que querem.
E a gente SEMPRE vai se dar mal.
Nós sempre seremos os ´poderosos, que têm muito e não desejam dividir com ninguém, que querem ver os peões na merda, peão tem mais é que se f*, a madame é forte, riquísima, riquérrima, triliardária, dinheiro jorrando das torneiras, o que é essa mixaria pra ela?´
E olha que estou sempre do lado da piãozada, ajudando, tentando fazer o que meu odioso lado humanitário me pede, mesmo me ferrando eternamente
Mas nem era pra falar nisso. Eu falava de ritmo, de sons, dessas coisas.
Pois muito bem. Muito bem!
Mestre Manoel é o ´profissional assentador de pisos´. Mas ele acumula funções!
É E-M-P-R-E-S-Á-R-I-O! E só vem pra receber a verba!
Então, Mônica, quem está fazendo o serviço?
Ahá!!!! Uma dupla de capiaus inacreditáveis!!!
Não falam, comunicam-se por sons... sons que eu nunca ouvi antes...
E o pior, o péssimo, o terrível, o INSUPORTÁVEL!!!!
NÃO TÊM RITMO!!!
Não, criatura de Deus, não é pra dançar não! Nem pra cantar!!!
É pra QUEBRAR O PISO VELHO!!!
Estão estimulando uma serial-killer especializada em pedreiros!!!!!!!!!
Eles não tem coordenação pra quebrar o piso! E passam todo o dia produzindo uma percussão louca, pá, pum, pá, tim, pum, pum , pá, cá, tum, pum, meu Deus, vou enlouquecer!!!
Fui até a cozinha e falei educadamente com eles. Sobre o ritmo.
Olharam pra mim como se eu fosse um extraterrestre.
E NÃO RESPONDERAM NA-DA!
Vou sair um pouco pra ver se some essa cortina de sangue sobre os meus olhos........
quarta-feira, 24 de Outubro de 2007
LIMOUSINE

O que é preciso fazer pra ser feliz?
Essa é uma pergunta que me faço todos os dias.
Pareço ingrata, né, com a sorte...
Mas a verdade é que estaria sendo infiel a mim mesma se bancasse a Pollyana e saísse por ai rindo com o tempo.
Melancolia é um estilo de vida?
Engraçado como certas canções me doem.. Doem mesmo, não se trata dum eufemismo pra dor, é dor mesmo, de curvar o corpo. E o mais incrível é que eu GOSTO delas!
Gente!
Nunca nos conheceremos de verdade!
Constatar isso é uma coisa aterrorizante! De repente me dou conta de que não tenho domínio das coisas de que sou capaz..
Lembro-me de uma vez, eu estava em New York, a meca dourada do consumo idiota, onde se pode comprar tudo, e vender a alma ao satanás. A minha inclusive e principalmente.
De novo me dou conta de que não me conheço, banco a sabichona incorruptível e caio na primeira laçada.
No meio da orgia consumista, embriagada e seduzida pela maçã vermelha e tentadora brilhando em meio às luzes de Wall Street o ranço melancólico inoportuno e infeliz não me deixou um único instante!
E quando fomos presenteados com um passeio de limousine pelas ruas da cidade em direção a um daqueles restaurantes chiques, badalados, descolados e todos os ´ados ´que estão na moda eu me odiei lenta e profundamente por não ser capaz de corresponder àquele carinho ao menos reagindo com bom humor à situação.
Era somente pra ser engraçado mas a minha cabeça doente transformou tudo e desejei loucamente que chegássemos logo ao hotel quando eu poderia açoitar a minha alminha pequena e maniqueísta.
Viram? Nem tudo são flores...
quarta-feira, 17 de Outubro de 2007
PANICO!!! PANICO RURAL?!!! NAO!!! PANICO NA RURAL!!!

Momentos de Sabedoria ( Compilação )
1. ´Dona Mônica, a senhora pode passar os ´númuros ´ ( números ) do seu celular pro de Camila pelo blutufo´ ( Blue Tooth ). _ Antônio
2. ´A senhora quer a medida na horizontal ou na ´vertebral ´? ( vertical ) _ Alice
3. ´Eu me senti tão mal que ´desmalhei ´! ( desmaiei ) _ Alice
Acabo de saber: a Rural Willis que meu marido cultiva com tanto gosto foi desaprovada pela vistoria do Detran. Ele me disse que perguntou a Antônio o que havia acontecido ao carro e obteve uma resposta perfeita:
4. ´Não sei o que aconteceu, mas a Rural deu um ´pânico ´ ( pane )!
O importante mesmo, de verdade, sem sacanagem, é comunicar. Quem não se comunica se trumbica, já dizia o Velho Guerreiro Chacrinha nos bons tempos da Rede Globo de Televisão. Comunicar, tornar comum, compartilhar informação e conquistar mais pares para as suas frentes, isso é o que interessa.
Sei disso agora mas em outros tempos essa foi uma questão que me derrubou numa prova de Direito. Atribuía o verbo comunicar à ação de se fazer entender utilizando linguagem ortodoxa ignorando completamente a riqueza e a simplicidade da sabedoria popular. E então a minha resposta para a tal questão foi fartamente zombada pelos doutos coleguinhas que escondiam detrás da zombaria a própria limitação sobre a abrangência do termo.
Comunicação nunca foi problema para a classe pobre, tiram de letra, passam incólumes pelos erros crassos na língua, pelas dificuldades de articulação das palavras, pela ignorância ampla, geral e irrestrita. Isso não lhes tira a alegria de viver, a animação. Eu mesma nunca tomei um copo de ´ceuveja´ como toma a plebe rude, ignara e cativante. E o ´ovos´ comprado por Alice tem muito mais poesia que a dúzia de ovos embalada em caixinha de isopor comprada por mim
( bissextamente, é bom que se diga ).
Pois.
A farinha de trigo ´intregal´ que Alice usa tem decerto em sua fórmula um certo mistério, uma magia, um gosto bom de humanidade que me sacia de um prazer honesto.
Nem mesmo sei por que estou falando sobre isso.
E então, como em toda e qualquer cabeça pouco sã me veio à idéia compor uma canção piegas, um bolero caricato sobre essa temática tola e necessária. Leiam a letra e qualquer hora lhes ponho a melodia para a sua apreciação, certo?
Preciso ardentemente dum divã
Mas tenho mania
De perseguição...
Palavras têm caráter inimputável
Nada lhes detém
Se Freud quem falou
Mulheres são a mais
Complexa engrenagem
De nada a lugar nenhum
Quem sou eu pra desautorizar
Freud e sua declaração
Mamãe disse o que quis
No tempo em que viveu
Doeu em mim \ como doeu
Nenhum castigo lhe ´cabeu ´
Nunca fui bom em cálculo
Não sou aritmético
Mas vejo esta ´adicion´
Injusta
A sete palmos
Falta-me juízo
E jurisprudência
E conhecimento
Pra tanta opinião
E no mais, quem se importa com a escova matinal do Roberto Justus?
PSICANALISTAS:
EU OS ODEIO A TODOS... MAS ME COMPADEÇO DE VOCÊS... E ME APIEDO DOS PSICANALISTAS CRÉDULOS EM SI MESMOS.
segunda-feira, 15 de Outubro de 2007
Lençois, Papai Noel e Mammy _ FENG SHUI NO BLOG

Gosto de ir ao Festival de Inverno em Lençóis, Bahia. Mas esse ano a programação musical me apresenta um menu tão miscelânico que estou em duvida se vou ou não. Muito provavelmente não. Onde já se viu por num mesmo palco Xangai, Lobão ( ? ) e Carlinhos Brown?
Que polivalência de intenções!
Não, minha gente, posso suportar qualquer desorganização, menos a musical. Chamem de preconceito, de discriminação, de ignorância, do que quiserem, mas a verdade é que assim não dá, é caça-níquel demais pros meus parcos ouvidos.
Não tenho nada contra qualquer um desses artistas, muito antes pelo contrário, até gostaria de ver um show de Carlinhos Brown, gosto dele, das suas canções, quando ele tá quietinho é ótimo, deixa o menino brincar, só não confio quando ele surta e apronta umas e outras.
Mas ODEIO incoerência.
Isso está me parecendo muito mais o sobe e desce dos times baianos de futebol, segunda, terceira, primeira divisão, fulano sobe, sicrano desce, zezinho vai porque o cachê dele é mais barato, o outro vai porque é amigo de joquinha, e segue por ai.
Façam-me o favor, hein? A Chapada merece algum feng shui musical.
Pois.
Já vou eu reclamar de novo, mas digam-me vocês, entes de boa fé:
Tem cabimento um Papai Noel sentado numa cadeira de rodas agitando uma bandeira do Brasil à guisa de propagandear um estabelecimento que aluga equipamentos para deficientes fisicos?
Não lhes parece de gosto no mínimo duvidoso?
Meu Deus do céu!
Sinceramente! Tomei um susto quando passei pela avenida e dei com essa visão!
Aliás, esse empresário do ramo de ... er... acessórios utilitários... vem errando há um tempão. As pessoas portadoras de deficiência que usam os serviços da loja devem ficar indignadas. Ele também já pendurou uma cadeira de rodas na frente da loja, bem no alto. Imagino o que não faria se seu ramo fosse deficiência visual... Era capaz de por cães-guias a morder os clientes que passassem pela frente da loja! É o tal do óbvio ululante. É demais...
Falando em cachorro que morde..
Lembrei-me por esses dias duma historia de Mammy.
Mammy, pra quem não sabe, era protagonista de incríveis passadagens que quando contadas só parecem mentiras deslavadas.
Ainda assim não me escuso de contá-las, mesmo incorrendo no perigo de parecer uma culhudeira profissional.
Ela gostava duma bolachinha quebrada. Êta, nóis! Adorava uma ponta de estoque, um tabuleiro de promoção, um queima, um bota-fora, uma ´sale´.
Chegou-me em casa num dia de sábado trazendo um pacote na mão, veja que linda essa fazenda ( chamava tecido de fazenda ), olha que coisa! E o preço, uma pechincha, baratissimo, diga ai quanto foi? Adivinhe, dê um chute! _ E ai de quem não opinasse, não sugerisse um preço, o maior prazer dela era exatamente dizer o pouco que pagou por aquela maravilha de tecido, um achado, coisa de se ver.
Eu gostei do tecido, bonito de verdade. Era um estampado, marrom sobre campo neutro de um tom amanteigado, folhagens, máscaras, uma coisa meio africana por assim dizer.
Ela, empolgadissima, estava numa fase costureira, vou costurar um caftã, vai ficar lindíssimo ( Mammy, embora fosse módica no gastar do dinheiro era pródiga no uso do superlativo, do exagero, tudo era um espetáculo, lindíssimo, maravilhoso, uma beleza bela! ).
Mandou ver no caftã castigando a máquina de costura durante todo o domingo, em um dia ficou pronto, antevia no dia seguinte a estréia do modelito, vou dar aula com ele, você vai ver que sucesso que vai ser!
E segunda-feira lá se foi Mammy pela estrada a fora, dava aulas numa escola pública dum bairro humilde de Juazeiro, o Bairro Maringá, pobrezinho mas simpático, ela seguia para a escola todos os dias andando pela estradinha de terra batida, meninada na rua jogando bola, cabras e bodes por ali pastando, um clima campestre, um calor retado, ´dar aulas ´ para Mammy era um mero eufemismo, professora engraçada e uma simpatia de gente, mas relapsa e descompromissada com o saber da galerinha que amava aquela mestra tão ´rilex´ que dormia a tarde inteira na sala de aula deixando o pau quebrar ´a la vontè ´, deixando também o queixo caído das colegas que achavam aquilo um absurdo, cara de pau tamanha nunca se vira, mas cadê coragem para reclamar, a professora Ivete era uma animação e uma alegria sem par, como reclamar com uma colega dessas?
Pois.
Mammy foi e voltou com a mesma disposição, alegre que fazia gosto. E na volta trouxe uma vareta de marmelo na mão. Grande.
_ Ôxi! O que foi, mãe? Pra que essa vara na mão?
_ Nada, menina, olhe, você precisava ver o sucesso que foi o meu traje!
Valdete ( a diretora, vizinha e amiga ) adorou!
E não acreditou quando lhe disse que eu o havia costurado! Achou lindo!
E dito isso pôs a vara de marmelo num canto da cozinha mostrando a intenção de guardá-la.
E eu estranhei aquele cuidado.
_ Mãe, e essa vareta, pra que é?
_Ô, que menina perguntadeira! Não é nada não, menina!
_ Claro que é! O que aconteceu pra você estar nesse cuidado todo com essa vareta? Algum maluco lhe abordou? Você apanhou a vareta prá se defender de algum demente desses que ficam vagando por ai?
Fale logo, mãe, o que foi?
_ Já que faz tanta questão, vou lhe contar, ô arenga!
O caso é que as professoras adoraram meu traje mas os cachorros que encontrei pelo caminho cismaram com a roupa e não queriam me deixar passar de jeito nenhum! No começo até achei que pudesse ser o sapato ou a bolsa, ai deixei um se aproximar pra ver o que era e ele mordeu a ponta do traje, quase rasgou meu pret a porter, tive um ódio! _ E a essa altura Mammy ria, gargalhava, achando engraçadíssimo que cães vira-latas cismassem com uma estampa dum tecido..
_ Aí tive que pegar uma vara pra espantar as pestes dos cachorros! E deu o que fazer, eles não queriam me deixar passar, foi uma novela. Dei neles com a vara e só assim pude seguir pra escola. Na volta foi a mesma coisa mas eu já estava treinada e eles ficaram de longe me olhando e rosnando.
E como eu vou de novo usar essa roupa pra dar aula, deixe minha vara de marmelo ai onde ela está!
E seguiu pro banho me deixando boquiaberta.
sexta-feira, 12 de Outubro de 2007
Falso-moralismo, NAO!!!!
Por esses dias o tempo tem passado a uma velocidade assustadora.
Quer dizer...
Nada disso! É mentira! Não assusta coisa nenhuma e o tempo vem passando na sua dinâmica habitual!
O que me irrita e apavora mesmo é a idiotização massiva a que vão sucumbindo as pessoas à medida em que passa o tempo.
E não é gente simplória não, meus caros, trata-se de gente que até bem pouco tempo atrás posava de ´descoladão da hora´!!!
Sabe aquele, que não perdia uma festinha, que ia até a batizado de boneca, que gostava de dirigir em alta velocidade, ouvia rock pauleira, curtia dar um tapinha, encher a cara, entre outras coisas que é bom nem falar?
Agora, na idade da razão e do botox quer ser o sábio conselheiro e admira-se de ver crescido o filho do amigo a quem viu nascer...
Há muito tempo atrás prometi a mim mesma _ JAMAIS _ ouviram? JAMAIS ser flagrada dizendo coisas idiotas tais como
_ Oh! É o Juninho, seu filho?
Mas como cresceu! Olha, Juninho, eu lhe vi destamanhinho...
Eu estarei morta antes disso acontecer. Juro.
Entretanto isso não quer dizer que quero ser a ´menininha Peter Pan ´, Deus me livre!!!
Sou uma pessoa do meu tempo e mantenho-me sobre a linha d´água mas nunca finjo que não faço parte da minha geração. Agora, fazer parte da minha geração e bancar a tia velha e idiota que ´paga micos monumentais´ isso NUNCA.
RECADO DADO. Pode meter a carapuça, honey, é pra você mesmo.
Quer dizer...
Nada disso! É mentira! Não assusta coisa nenhuma e o tempo vem passando na sua dinâmica habitual!
O que me irrita e apavora mesmo é a idiotização massiva a que vão sucumbindo as pessoas à medida em que passa o tempo.
E não é gente simplória não, meus caros, trata-se de gente que até bem pouco tempo atrás posava de ´descoladão da hora´!!!
Sabe aquele, que não perdia uma festinha, que ia até a batizado de boneca, que gostava de dirigir em alta velocidade, ouvia rock pauleira, curtia dar um tapinha, encher a cara, entre outras coisas que é bom nem falar?
Agora, na idade da razão e do botox quer ser o sábio conselheiro e admira-se de ver crescido o filho do amigo a quem viu nascer...
Há muito tempo atrás prometi a mim mesma _ JAMAIS _ ouviram? JAMAIS ser flagrada dizendo coisas idiotas tais como
_ Oh! É o Juninho, seu filho?
Mas como cresceu! Olha, Juninho, eu lhe vi destamanhinho...
Eu estarei morta antes disso acontecer. Juro.
Entretanto isso não quer dizer que quero ser a ´menininha Peter Pan ´, Deus me livre!!!
Sou uma pessoa do meu tempo e mantenho-me sobre a linha d´água mas nunca finjo que não faço parte da minha geração. Agora, fazer parte da minha geração e bancar a tia velha e idiota que ´paga micos monumentais´ isso NUNCA.
RECADO DADO. Pode meter a carapuça, honey, é pra você mesmo.